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* PESQUISA REALIZADA EM 2005. APRESENTADA EM PAINEL, E PUBLICADA NO ANAIS DO PIBIC-UNICAP 2005. REALIZADA DURANTE FORMAÇÃO EM PSICOLOGIA CLÍNICA
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO - UNICAP
PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO - PROPESP
COORDENAÇÃO DE PESQUISA
PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BASE DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UNICAP/ PIBIC-UNICAP
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Contos de fadas como outra possibilidade de prática psicológica na contemporaneidade: dar voz ao desamparo infantil.
intervenções na clínica-escola da unicap
recife, julho/ 2005.
UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO - UNICAP
PRÓ-REITORIA DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO - PROPESP
COORDENAÇÃO DE PESQUISA
PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BASE DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DA UNICAP/ PIBIC-UNICAP
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UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PERNAMBUCO
DEPARTAMENTO DE PSICOLOGIA
ATIVIDADES: SETEMBRO DE 2004 A JULHO DE 2005.
INSTITUIÇÃO: UNICAP
ÓRGÃO FINANCIADOR: PIBIC/ UNICAP
DATA DE INÍCIO: SETEMBRO DE 2004.
DATA DE CONCLUSÃO: AGOSTO DE 2005.
recife, juLho/ 2005.
Página
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SUMÁRIO
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RESUMO
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01
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1. INTRODUÇÃO
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02
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2. OBJETIVOS
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2.1 Objetivo Geral
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03
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2.2 Objetivos específicos
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03
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3. MATERIAL E MÉTODOS
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3.1 Material
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3.2 Sujeito
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3.3 Métodos
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4. RESULTADOS E DISCUSSÃO
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05
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5. CONCLUSÕES
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
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09
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ANEXOS
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11
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RESUMO
Este projeto de pesquisa propõe uma reflexão sobre a utilização clínica dos contos de fadas como uma possibilidade de prática psicológica na contemporaneidade, a partir da necessidade premente de ressignificação de intervenções clínicas para o acolhimento do sofrimento infantil. Nesse percurso, contempla-se a criação de um sentido e sua expressão como criatividade, numa leitura fenomenológica winnicottiana acerca do fenômeno da natureza humana. Espera-se com esse estudo, estar contribuindo para a inserção desse modo de narrativa como intervenção clínica nas práticas psicológicas institucionais.
Palavras-chave: Conto de Fadas; Prática Psicológica; Sofrimento Infantil.
INTRODUÇÃO
Partindo da necessidade premente de re-significação de intervenções clínicas para o acolhimento do sofrimento humano na contemporaneidade, este trabalho insere-se na perspectiva de prática psicológica em instituições. Faz-se necessário pesquisar a articulação entre modos de compreender o desamparo da criança na atualidade, criança essa, inserida em um contexto familiar que sofre grandes transformações em sua dinâmica, recorrendo a contos de fadas como narrativas metafóricas sugestivas desse sofrimento.
A concepção psicanalítica de família, a partir dos estudos de Winnicott (12), leva em consideração a premissa de que cabe a cada indivíduo empreender a longa e árdua jornada que leva do estado de indistinção com a mãe ao estado de ser um indivíduo separado, relacionado à mãe e ao pai, e à mãe enquanto conjunto. Assim, o caminho segue pelo território conhecido como família, que tem no pai e na mãe suas principais características estruturais.
O autor em questão nos chama a atenção para a escuta da longa, complicada e singular trajetória da criança, que permite apreender os vários modos de subjetivação no mundo enquanto expressão do movimento do “continuar existindo”.
Sem dúvida alguma, a dinâmica psicológica dos indivíduos dentro da família inclui a forma peculiar como cada um experimenta a sua vida familiar, interpreta e vive as suas relações. Essas possibilidades parecem depender menos da forma da família do que da sua capacidade de proporcionar seus membros com referências de vínculos afetivos estáveis e seguros.
A clinica psicanalítica infantil leva sempre em consideração a pertinência da articulação entre estrutura familiar e condutas infantis tidas como patológicas. A ludoterapia, a partir das contribuições de Anna Freud (9), aponta para o fato que algumas desarmonias internas, determinadas pelo próprio desenvolvimento, podem ser enfrentadas pelo ego infantil, coadjuvado pela ação da família. Por outro lado, quando isso não ocorre, a ludoterapia pode ajudar a fortalecer o ego infantil, redirecionando, assim, o curso normal de seu desenvolvimento.
De acordo com Cavalcanti (4), no contexto da clínica psicanalítica com as crianças que apresentam muito cedo intensos sofrimentos psíquicos, pode ser muito útil pensar com Winnicott, a constituição do psiquismo como um devir, um criar-se constante e inesgotável, em que, na relação com o outro, a singularidade é permanentemente construída e afirmada. O olhar winnicottiano parece redimensionar o setting clínico infantil.
No estágio curricular obrigatório, realizado pelos concluintes do curso de psicologia que fazem a opção por uma clínica infantil, os alunos são apresentados a um instrumental teórico e prático riquíssimo do ponto de vista ludoterapêutico. São jogos, brinquedos, materiais expressivos, bem como testes e técnicas projetivas com o objetivo de proporcionar à criança a possibilidade de expressar suas vivências pessoais, visando uma reestruturação do seu eu individual e familiar.
Por outro lado, no universo citado acima, parece não se encontrar um espaço para a utilização dos contos de fadas como instrumento terapêutico, apesar de um vasto referencial bibliográfico que sinaliza para essa possibilidade. Bettelheim apud Brito (3), em seu trabalho voltado para a clínica infantil, acreditava que o conto de fadas, enquanto narrativa metafórica bem estruturada, fala das pressões internas infantis eclodidas no contexto simbólico familiar de uma maneira que a criança possa compreender, inconscientemente e sem negligenciar as lutas interiores mais sérias que o crescimento pressupõe, oferecendo modelos de soluções temporárias e permanentes para as dificuldades mais urgentes.
Gutfreind (4), a partir do trabalho pioneiro de Bettelheim (1976) sobre o uso clínico dos contos de fadas, aponta para o crescente número de pesquisas desenvolvidas principalmente na França, visando sistematizar o trabalho com essas narrativas no setting clínico psicanalítico. Afirma o autor, que a utilização desse tipo de narrativa vem sendo responsável pela re-significação do fazer clínico com crianças, uma vez que, o sofrimento infantil na contemporaneidade parece apontar por atitudes clínicas interventivas mais diretivas, que, estimulem, em um espaço lúdico e principalmente criativo, a atividade de simbolização, verbalização e abstração, em princípio adormecidas nas crianças que sofrem.O conto e sua riqueza promovem não apenas esse processo, mas também, por meio dos modelos de personagens que oferece, os processos de identificação projetiva com as imagos parentais.
As considerações citadas acima servem para justificar a nossa proposta de trabalho: a de propor uma reflexão sobre a utilização clínica sistemática dos contos de fadas, enquanto espaço que mobilize o gesto criativo nas crianças, no estágio curricular obrigatório, realizado pelos alunos concluintes do curso de psicologia da UNICAP.
2. OBJETIVOS
2.1. OBJETIVO GERAL:
1) Propor a inserção e sistematização do conto de fadas enquanto instrumento de intervenção clínica ao longo do estágio de conclusão do curso de psicologia, contextualizada na área da prática psicológica com crianças e acolhimento de seu sofrimento.
2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS:
1) Problematizar práticas tradicionais na clínica com crianças, propondo a utilização da narrativa do conto de fadas como modalidade de atenção psicológica ao sofrimento infantil e prática psicológica em instituições.
2) Tematizar a eficácia terapêutica dos contos de fada como acolhimento ao sofrimento infantil
3) Questionar acerca de possíveis formas de sistematização dessa modalidade de prática psicológica como compreensão do sofrimento infantil, via metaforização do imaginário humano nessa forma de narrativa.
4) Recorrer à investigação participativa interventiva como forma de questionamento epistemológico e metodológico da atenção psicológica como prática em instituições.
3. MATERIAL E MÉTODOS
3.1. MATERIAL:
- Gravador de áudio;
- Papel ofício;
- Contos de fadas (livros contendo os textos originais); e,
- Entrevista semi-estruturada.
3.2. SUJEITO
Sentimos a necessidade de ampliar a amostra que havia sido previamente planejada com o intuito de contextualizar melhor a nossa pesquisa, Sendo assim, essa proposta ainda merece ser melhor refletida, visto que não era prevista no projeto de pesquisa original.
Optamos pela entrevista semi-estruturada por acreditar que ela irá favorecer uma maior reflexão sobre os tipos de intervenções utilizados na clínica-escola da universidade e, também, uma maior abertura para os entrevistados exporem suas opiniões sobre o tema abordado e sobre sua utilização.
3.3. MÉTODOS
No presente projeto investigativo, será assumida enquanto possibilidade metodológica, uma perspectiva interventiva participativa, enfatizando a atitude fenomenológica numa abordagem clínica de compreensão.
Nessa linha de ação, considera-se um sujeito às voltas com um sofrimento, uma crise que o toca por inteiro; o pesquisador supõe sujeitos vivos, desejantes, pensantes e, essencialmente criativos, segundo a concepção winnicottiana da natureza humana, falando igualmente, tanto para nada dizer quanto para se fazer reconhecer, ou para encontrar um sentido para suas emoções, para suas lembranças ou para sua história, que eles constróem e reconstróem a cada instante.
Numa leitura winnicottiana, tal postura defini-se como um certo posicionamento holístico em relação ao outro e em relação ao saber e sua elaboração, colocando assim, em novos termos, as relações entre pesquisa e ação, ou entre teoria e práxis.
Nosso projeto contém algumas fases a serem seguidas, como metas para cumprir, elas são:
· Fase I: Revisão bibliográfica
· Fase II: Elaboração da entrevista semi-estruturada a ser aplicada na amostra da pesquisa
· Fase III: Cartografia da demanda (entrevistas com supervisores e alunos)
· Fase IV: Entrevista com estagiários e usuários
· Fase V: Análise e interpretação da produção
· Fase VI: Elaboração do relatório
· Fase VII: Divulgação
RESULTADOS E DISCUSSÕES
A análise foi realizada a partir de uma categorização das respostas. Será apresentada e discutida em três categorias, levando-se em consideração as perguntas contextualizadas no instrumento de coleta de dados.
A primeira categoria objetivou um mapeamento das linhas teóricas que norteiam o estágio curricular na instituição, como também, uma compreensão das leituras que os entrevistados apresentam sobre ludoterapia.
No que se refere às perspectivas clínicas, a linha psicanalítica foi a indicada por 100% dos estagiários. Esse dado aponta uma predominância do discurso psicanalítico durante o curso de graduação, discurso que pode estar influenciando a escolha dos alunos concluintes.
Em relação aos supervisores e/ou técnicos, a linha psicanalítica foi apontada por 75%, enquanto 25% da amostra indica ser a fenomenologia, sua linha de interesse. Esses últimos dados parecem corroborar a análise feita anteriormente.
Quanto às possíveis compreensões sobre o que é ludoterapia, observou-se uma certa homogeneidade nos dizeres dos estagiários, que apresentam uma perspectiva que se aproxima da concepção “clássica” de clínica psicológica infantil, já indicada na introdução, o que fica evidente nas seguintes falas:
"É ela liberar tudo sem pensar”.
"'Ela não vem pra cá para brincar, não é uma brincadeira, ela vem para trabalhar”.
"Eu tenho dificuldade em ver essa questão da brincadeira como algo que produz efeito”.
De acordo com os recortes, parece não se compreender a ludoterapia enquanto espaço onde a criança através do gesto criativo, acolhida pelo outro, possa acontecer, tornar-se sujeito na relação.
Na fala dos supervisores e/ou técnicos, há sem dúvida uma clareza sobre os diversos sentidos teóricos de ludoterapia, confirmando a compreensão de clínica infantil apresentada pelos estagiários, o que é indicado nos seguintes dizeres:
"É um espaço terapêutico em que a criança pode elaborar e ressignificar seus conflitos internos através da utilização de recursos expressivos”.
"Uma especialização dentro da psicoterapia específica pra crianças trabalhar através do lúdico, do brinquedo”.
"É uma tentativa de através desse brincar se reconstruir algo que deixou de ser construído no início da vida”.
O papel e lugar do conflito, da falta, parecem ser mais priorizados do que o espaço do acontecer na relação com o outro. De acordo com Winnicott, o campo psicanalítico deve enfocar não tanto o fenômeno psíquico, mas o que seria a condição mesma do aparecimento deste. Ele ainda diz que, determinadas situações são condições necessárias para que a experiência do ser e o estabelecimento de si mesmo pudessem vir a acontecer.
A segunda categoria visou sondar o espaço ocupado pela literatura infantil, no estágio curricular, e, principalmente a compreensão do uso clínico do conto de fadas.
De acordo com os estagiários, a utilização da literatura infantil ocorre em casos de demanda por parte do cliente. No que se refere ao conhecimento do uso do conto de fadas, 25% diz tê-lo. Quanto ao uso clínico dos mesmos, 30% dos entrevistados o faz de forma sistemática.
Em relação aos supervisores, parece não haver uma delimitação do espaço dedicado à literatura infantil. No tocante ao conhecimento sobre a utilização clínica dos contos de fadas, 50% afirma tê-lo. Por outro lado 100% da amostra afirma não utilizá-lo em sua supervisão.
Diante dos dados acima, observa-se que a literatura infantil, e, principalmente os contos de fadas ainda não merecem lugar importante enquanto possibilidade de intervenção clínica.
A terceira e última categoria buscou avaliar a receptividade entre os estagiários e supervisores quanto à implantação de um ateliê com contos de fadas no estágio curricular. 100% dos estagiários e 100% dos supervisores mostraram-se interessados em estudar essa nova possibilidade de intervenção.
Levando-se em consideração os dados acima obtidos, vislumbra-se uma possibilidade de dar continuidade à nossa investigação.
CONCLUSÕES
Os dados obtidos em nossa pesquisa nos levam em uma primeira instância, a verificar que o conto de fadas enquanto narrativa metafórica ainda não vem ocupando um espaço significativo no estágio curricular em psicologia clínica. Acreditamos que, inserir esse instrumento pertencente à herança cultural da humanidade, é poder contribuir para que novas intervenções clínicas possam surgir no momento em que a demanda clínica infantil aponta para que outras formas de acolher a criança apareça. Pensamos que essa proposta deva ser inserida a partir de uma perspectiva clínica onde a criatividade seja o dínamo que possibilite a singularidade pessoal. Criatividade aqui, não como o fazer artístico, mas sim, como ação que possibilita o acontecer e o aparecimento do singular de si mesmo. A posição que tomamos sobre o lugar do criativo no acontecer humano determina um lugar ético na situação clínica
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
-(1) AMIRALIAN, Maria Lúcia T. M. A clínica do amadurecimento e o atendimento às pessoas com deficiências. Natureza Humana. São Paulo, volume V, n. 1, p. 205 – 219, Jan./Jun. 2003.
-(2) BETTELHEIM, Bruno.A Psicanálise dos Contos de Fadas: São Paulo: Editora Paz e Terra, 1976.
-(3) BRITO, Carlos Alberto. Dissertação de mestrado: Ressignificando o uso do conto de fadas na clínica com crianças: do símbolo ao significante. São Paulo: Pontifícia Universidade Católica, 2000.
-(4) CAVALCANTI, Ana Elizabeth. ROCHA, Paulina. Autismo - clínica psicanalítica. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2002.
-(5) CRITELLI, Dulce Mara. Analítica do sentido: Uma aproximação e interpretação do real de orientação fenomenológica. São Paulo: Editora Brasiliense, 1996.
-(6) DARTIGUES, André. O que é Fenomenologia. 3ª. Edição. São Paulo: Editora Moraes, 1992.
-(7) DIAS, Elsa O. A trajetória intelectual de Winnicott. Natureza Humana. São Paulo, volume IV, n. 1, p. 111 – 156, Jan./Jun. 2002.
-(8) FENÔMENO PSI. Ludoterapia. Rio de Janeiro, n. zero, Jun. 42p.
-(9) FREUD, Anna. Infância Normal e Patológica. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1965.
-(10) GUTFREIND, Celso. O Terapeuta e o Lobo: A Utilização do Conto na Psicoterapia da Criança. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2003.
-(11) SAFRA, Gilberto. A po-ética na clínica da contemporaneidade.São Paulo: Idéias & Letras, 20004.
-(12) WINNICOTT, Donald W. A Família e o Desenvolvimento Individual.São Paulo: Editora Martins Fontes, 2001.
-(13) ____. A Natureza Humana. Rio de Janeiro: Imago Editora, 1990.
-(14) ____. O Brincar e a Realidade. Rio de Janeiro: Imago Editora, 1975.
anexos
Universidade Católica de Pernambuco
Pró – Reitoria de Pesquisa e Pós – Graduação
PIBIC – 2004/2005
Título do Projeto: Contos de fadas como outra possibilidade de prática psicológica na contemporaneidade: dar voz ao desamparo infantil.
Orientador: Carlos Brito
Pesquisadora: Suenne Valadares
Entrevista semi – estruturada
Dados de identificação do supervisor
Nome:
Idade:
Sexo:
Tempo de formado:
1- Qual a linha teórica que norteia a sua prática enquanto supervisor de estágio?
2- Qual a sua concepção de ludoterapia?
3- Durante a sua graduação em Psicologia alguma disciplina chegou a abordar a utilização do conto de fadas na clínica com crianças?
SIM ( ) NÃO ( )
4- Em caso afirmativo como se deu essa abordagem?
( ) Discussão de textos
( ) Aula expositiva
( ) Apresentação de casos clínicos
( ) Outros (especificar)
5- Você tem algum conhecimento sobre a utilização clínica dos contos de fadas com crianças?
SIM ( ) NÃO ( )
6- Em caso afirmativo em que se baseia esse conhecimento?
( ) Livros
( ) Palestras
( ) Congressos
( ) Outros (especificar)
7- Quais são os 5 (cinco) primeiros contos de fada que lhe vêm em mente?
8- Na sua supervisão de estágio é discutida a possibilidade de utilização clínica dos contos de fadas com crianças?
SIM ( ) NÃO ( )
9- Em caso afirmativo a discussão se dá a partir de que:
( ) Leitura e discussão de textos
( ) Apresentação de casos clínicos
( ) Relatos de experiências
( ) Outros
10- Quais as técnicas utilizadas e sugeridas no atendimento clínico com crianças em seu trabalho como supervisor (a)?
11- Qual o espaço que a literatura infantil ocupa nesse atendimento?
12- Em sua prática como supervisor (a) há utilização dos contos de fadas?
SIM ( ) NÃO ( )
13- Em caso afirmativo essa utilização se dá em caráter:
( ) Sistemático
( ) Assistemático
( ) Eventualmente
( ) Não ocorre
14- Na sua opinião, de que maneira a leitura e/ou narração de um conto de fadas durante uma sessão de ludoterapia poderia estar contribuindo para o processo terapêutico?
15- Você tem algum conhecimento do que vem a ser um ateliê terapêutico?
16- O que você acha da possibilidade de implantação desse ateliê?
Universidade Católica de Pernambuco
Pró – Reitoria de Pesquisa e Pós – Graduação
PIBIC – 2004/2005
Título do Projeto: Contos de fadas como outra possibilidade de prática psicológica na contemporaneidade: dar voz ao desamparo infantil.
Orientador: Carlos Brito
Pesquisadora: Suenne Valadares
Entrevista semi – estruturada
Dados de Identificação do estagiário
Instituição:
Nome:
Idade:
Sexo:
1- Qual a linha teórica que norteia o seu estágio curricular?
2- Qual a sua concepção de ludoterapia?
3- Durante seu curso de Psicologia alguma disciplina chegou a abordar a utilização dos contos de fadas na clínica com crianças?
SIM ( ) NÃO ( )
4- Em caso afirmativo como se deu essa abordagem?
( ) Discussão de textos
( ) Aula expositiva
( ) Apresentação de casos clínicos
( ) Outros (especificar)
5- Você tem algum conhecimento sobre a utilização clínica dos contos de fadas com crianças?
SIM ( ) NÃO ( )
6- Em caso afirmativo, em que se baseia esse conhecimento?
( ) Livros
( ) Palestras
( ) Congressos
( ) Outros (especificar)
7- Quais são os 5 (cinco) primeiros contos de fada que lhe vêm em mente?
8- No seu estágio curricular é discutida a possibilidade de utilização clínicados contos de fadas com crianças?
SIM ( ) NÃO ( )
9- Em caso afirmativo a discussão se dá a partir de:
( ) Leitura e discussão de textos
( ) Apresentação de casos clínicos
( ) Relatos de experiências
( ) Outros (especificar)
10- Quais as técnicas utilizadas no atendimento clínico com crianças em seu estágio curricular?
11- Qual o espaço que a literatura infantil ocupa nesse atendimento?
12- Em seu estágio curricular há utilização dos contos de fadas?
SIM ( ) NÃO ( )
13- Em caso afirmativo essa utilização se dá em caráter:
( ) Sistemático
( ) Assistemático
( ) Eventualmente
( ) Não ocorre
14- Na sua opinião, de que maneira a leitura e/ou narração de um conto de fadas durante uma sessão de ludoterapia poderia estar contribuindo para o progresso terapêutico?
15- Você tem algum conhecimento do que vem a ser um ateliê terapêutico?
16- O que você acha da possibilidade de implantação desse ateliê?
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